Política, perfis e notícias de Serra Pelada

Arquivo para agosto, 2011

Serra Pelada: dirigentes da Coomigasp vão se reunir em Marabá

Líderes garimpeiros otimistas quanto ao encontro do dia 29 em Marabá

“Tenho certeza que será mais uma grande reunião. A Coomigasp, com o apoio da Agasp-Brasil, está cada vez mais tomando as decisões corretas e contando com o apoio de dirigentes e da classe garimpeira”.  A declaração foi feita pelo presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada (Coomigasp), Gessé Simão, ao comentar sobre sua expectativa para a reunião que será realizada no próximo dia 29, em Marabá (PA), com a presença de delegados regionais e diretores da Coomigasp e a participação do economista Lauro Assunção. Na oportunidade, os dirigentes e líderes garimpeiros conhecerão detalhes de uma pauta com temas importantes será colocada em discussão pelo renomado economista.
Segundo o presidente da Agasp-Brasil, Toni Duarte, o primeiro assunto vai girar em torno das ações. “Como e de que forma será a melhor maneira para a distribuição dos lucros. Outro tema a ser  destrinchado pelo economista é quanto à venda de carteiras para terceiros. Como ficará quem vendeu e como ficará quem comprou. Caberá  o estudo sobre esse novo Planejamento Estratégico  de Gestão apontar a forma de como a Coomigasp irá contratar profissionais especializados na área da geologia e da mineração”.
Ainda de acordo com Toni Duarte, “todas essas providências do presidente Gessé Simão estão sendo aplaudidas pela sociedade”.

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Cantor e compositor maranhense apresenta-se no Feitiço Mineiro.

BRUNO BATISTA EM BRASÍLIA

Cantor e compositor maranhense apresenta-se no Feitiço Mineiro.

De tempos em tempos, certos nomes despontam como revelação, “aposta”, da
chamada nova MPB. A bola da vez parece ser o maranhense Bruno Batista. Seu
novo CD, Eu não sei sofrer em inglês, tem arrancado esperançosos elogios do
público e da crítica.
Lançado em 2010, o disco, além das letras fortes, traz rimas raras e
parcerias de peso. Uma delas é Zeca Baleiro na homenagem a Zé da Luz, em
“Acontecesse” e, a outra, Tulipa Ruiz em “Nossa paz” e outros.
Um dos destaques do álbum é a homenagem que Bruno faz ao cineasta Quentin
Tarantino na canção “Tarantino, meu amor”.

Entre amigos e Vinis

Em Brasília, Eu não sei sofrer em inglês terá seu pré-lançamento nessa
quinta-feira (1/9) no Café com Vinil (413 Norte) 20h, onde os proprietários
além de maranhenses e fãs são grandes amigos do cantor. E entre amigos e
vinis, Bruno Batista autografará seu novo trabalho, além de se aventurar em
um set list instantâneo com o acervo de mais de 3.000 títulos da casa.

Show em Brasília

Na sexta-feira (2/9), às 22h, o público brasiliense poderá conferir o show
que Bruno Batista apresentará no bar e restaurante Feitiço Mineiro, um dos
mais prestigiados da capital federal.   Ainda haverão participações
surpresa!

Foto: Alessandra Fratus baixa

BRUNO BATISTA & banda

SHOW “EU NÃO SEI SOFRER EM INGLÊS”

Dia 02 de setembro 22h

Feitiço Mineiro | 306 Norte – bloco B – lojas 45/51

Couvert: R$ 20

Classificação: 18 anos

Link para baixar o CD na íntegra:  <http://www.amusicoteca.com.br/?p=3643&gt;
http://www.amusicoteca.com.br/?p=3643

Vídeo para Agendas Culturais:
http://www.4shared.com/video/5uIWkJPN/Making_off_-_Bruno_Batista_-_Y.html?

Saiba mais:

BRUNO BATISTA – EU NÃO SEI SOFRER EM INGLÊS

Bruno Batista by Alessandra Fratus (1).jpg
RELEASE

Eu não sei sofrer em inglês é o título do segundo álbum do cantor e
compositor maranhense Bruno Batista. Produzido por Guilherme Kastrup e Chico
Salem, o disco reúne 12 faixas autorais nas quais o autor sinaliza muito de
sua herança musical e passeia por diversos ritmos da tradição brasileira,
sempre com o olhar voltado para o contemporâneo e demais influências da
música pop.

Com uma banda formada por alguns dos nomes mais proeminentes da nova cena
paulistana – como Gustavo Ruiz, Estevan Sinkovitz, Márcio Arantes e Marcelo
Jeneci – as bases foram gravadas ao vivo, em três sessões, com o intuito de
dar mais unidade estética e sonora ao trabalho: “Queríamos que soasse como
um disco de banda”, explica.

A busca por uma sonoridade particular, no entanto, está associada à
valorização de um dos pilares do trabalho de Bruno Batista: as letras.
Entusiasta dos grandes poetas da canção popular – como Caetano Veloso, Aldir
Blanc e Cole Porter – Bruno utiliza o texto como um elemento fundamental à
sua música:

“Sempre tivemos o cuidado de não permitir que os arranjos se sobrepusessem à
mensagem. Isto foi bastante discutido com os produtores e músicos. Também
gosto de brincar com os nomes e a obra dos meus ídolos, aos quais faço
diversas referências ao longo do disco, de forma nem sempre explícita”,
observa.

O álbum conta ainda com as participações especiais de Zeca Baleiro, na faixa
“Acontecesse”, Rubi, em “Vaidade”, Juliana Kehl, em “Para um amor em Paris”,
e Tulipa Ruiz, em “Nossa Paz”.

Mixado e masterizado por Carlos “Cacá” Lima, Eu não sei sofrer em inglês é
um lançamento YB Music, gravadora célebre por lançar alguns dos artistas
mais interessantes da atual música brasileira, como Tulipa Ruiz, Léo
Cavalcanti, Nina Becker, Rômulo Fróes, entre outros.

BIOGRAFIA

Nascido em Recife – PE, Bruno Batista ainda passaria um breve período em
Teresina – PI, cidade natal de seus pais, até chegar em São Luís – MA, aos
quatro anos de idade, para, finalmente, fincar raízes. Desde criança
demonstrava grande interesse por música, estimulado, sobretudo, pelo pai,
colecionador de discos de MPB e apaixonado por Chico Buarque.

A contragosto, muito cedo foi matriculado nas aulas de piano. Estudou teoria
musical e os autores clássicos por seis anos quando, influenciado pela obra
de Renato Russo e pelos saraus na casa da avó, resolveu comprar um violão.
Foi com o novo instrumento que surgiram as primeiras composições, ainda na
adolescência, e os primeiros prêmios nos festivais de música da escola.

Em 2001, recebeu o troféu de Melhor Letra no “Festival João do Vale” –
promovido por um importante centro cultural de São Luís – pela canção Aquele
Beijo. Um ano mais tarde, sairia do mesmo festival com o terceiro lugar por
Acontecesse.

Desta época, datam os primeiros registros de suas canções na voz de outros
intérpretes, feitos pela cantora maranhense Cecília Leite. A ela,
seguiram-se outros importantes nomes da música do estado como Claudio Lima,
Lena Machado, banda Catarina Mina, Milla Camões e Tássia Campos.

Gravou seu primeiro álbum, homônimo, em 2004. Produzido pelo maestro Alberto
Farah, o disco lhe rendeu o prêmio de Revelação do Ano no “Prêmio
Universidade FM” – mais prestigiada premiação de música no Maranhão – e um
convite do SESC para participar do projeto “Novo Canto”, no Rio de Janeiro,
que, àquela altura, revelara importantes nomes da música brasileira como
Zeca Baleiro, Pedro Luís, Lenine e Rita Ribeiro.

Cinco anos mais tarde, conhece os produtores Guilherme Kastrup e Chico
Salem, que viriam a ser seus parceiros no novo trabalho.

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Cooperativas de Serra Pelada se fortalecem em prol da comunidade

A força da união das cooperativas

Por Lima Rodrigues, Ascom-Coomigasp

A união faz a força. O ditado popular pode até ser comum no dia a dia, mas para as cooperativas de garimpeiros de Serra Pelada a frase tornou-se realidade nessa quinta-feira numa reunião em Curionópolis (PA) que contou com a presença de oito presidentes de cooperativas para discutir as questões sociais de interesse da comunidade daquela vila, localizada a 50 km desse município.

Na oportunidade,  o engenheiro civil Antônio Artur Farias de Sousa, que é servidor público da Coahb, do governo do Pará, fez um esclarecimento (por iniciativa própria e não como servidor) aos dirigentes de cooperativas sobre a oportunidade que existe atualmente deles se unirem, por intermédio de uma nova realidade, que é a criação de uma entidade, para poder permitir a gerência de capacitação de recursos visando a  implementações de ações voltadas para moradia. “Seria a implantação de um plano de desenvolvimento econômico e social para a região Serra Pelada. As próprias cooperativas, através da criação de uma nova entidade, propiciariam o avanço significativo daquilo que todo mundo vem esperando ao longo do tempo, que é a melhoria de qualidade de vida da população de Serra Pelada”, disse ele.

Artur Farias e a assistente social Marcelina Campos apresentaram um perfil sócio-econômico da vila de Serra Pelada, realizado no ano passado  pela Coahb, em parceria com a prefeitura de Curionópolis, com a participação dos agentes comunitários de saúde e da assessoria de Planejamento da prefeitura.  A Coahb ouviu 2.758  famílias de Serra Pelada, sendo 58% homens e 42% mulheres. Segundo o estudo, a população de Serra Pelada e estimada em 5.600 moradores.

“Tivemos o apoio da prefeitura de Curionópolis para realizarmos esse estudo de tal maneira que pudéssemos se espelhar nesses dados para o encaminhamento de propostas de políticas públicas que pudessem mudar a realidade da comunidade de Serra Pelada”, destacou Artur, acrescentando que o próximo passo “será a formatação de uma entidade, via consultoria, juntamente com o planejamento estratégico sócio econômico dessa nova entidade, de uma forma que possamos criar uma pauta até o final de setembro de interesse de todas as cooperativas e da comunidade de Serra Pelada”, informou.

O presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada, Gessé Simão, lembrou que até pouco tempo as cooperativas não conseguiam andar unidas, mas que agora essa situação mudou. “Andando juntos nós vamos conseguir levar desenvolvimento para Serra Pelada e com o apoio do prefeito Chamonzinho a coisa agora vai funcionar. Já era um desejo das cooperativas e da comunidade de Serra Pelada desenvolverem  programas sociais de interesse da população”, afirmou.

O prefeito de Curionópolis, Wenderson Chamon, disse que a prefeitura municipal está pronta para receber investimentos tanto do governo estadual quanto do governo federal em benefício dos moradores de Serra Pelada e de Curionópolis.  “Esse estudo vai permitir que sejam implementadas políticas públicas em Serra Pelada. Toda união a favor do povo é bem vinda. Quando todo mundo se une para trabalhar pela qualidade de vida da nossa gente, com certeza quem ganha é o povo”, disse o prefeito.

A vice-prefeita de Curionópolis, Iraídes Campos, que também participou da reunião, destacou que o encontro foi válido “porque as pessoas competentes para fazer isso estão aqui, ou seja, os presidentes de cooperativas sediadas lá em Serra Pelada”. Segundo ela, “nada mais justo e necessário e mais merecido para o povo de Serra Pelada do que essa reunião e essas pautas que foram levantadas pelos dirigentes das cooperativas”, disse Iraídes.

Para Telmo de Sousa, subprefeito de Serra Pelada, a reunião foi de grande relevância. “Esses dados são reais e representam a realidade de Serra Pelada. Essa união das cooperativas é o verdadeiro caminho para que se possa concretizar as coisas que a população almeja na área social”.

Além de Gessé Simão, da Coomigasp, participaram da reunião em Curionópolis os seguintes presidentes de cooperativas: Marilene Machado (Coopag); Raimundo Benigno Moreira (Cooperserra); João Paulo Bicalho (Consule); Raimundo Lopes, o Raimundinho (Coomic); Joaquim Marciano (Coomispe);  Francisco Bandeira (Coopeserrado); Jafir Salvador (Freddgasp), delegados regionais da Coomigasp, diretores e o presidente do Conselho Fiscal da coopeativa, Valdeci Fogoió; o presidente da Câmara de Vereadores de Curionópolis, Joãozinho.

Assinatura do termo de pactuação do Brasil sem Miséria com governadores do Sudeste

Da esquerda para a direita: Antonio Anastasia (Minas Gerais), Geraldo Alckmin (São Paulo), Dilma Rousseff, Sérgio Cabral (Rio de Janeiro) e Renato Casagrande (Espírito Santo) na foto oficial do encontro com governadores dos estados da região Sudeste. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

 

Brasil Sem Miséria

A presidenta Dilma Rousseff está na capital paulista, onde anunciou uma série de ações que visam a retirar da extrema pobreza 2,7 milhões de brasileiros que vivem no Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo. Nesses quatro estados, a miséria se concentra na área urbana, onde estão 79% da população mais pobre.

No encontro, o governo federal e os governadores dos estados assinaram termo de compromisso para superação da miséria na região. Estão previstas ações de localização e cadastramento da população com renda mensal inferior a R$ 70 e que ainda não recebe benefícios sociais, de qualificação profissional e geração de trabalho, de aquisição de alimentos produzidos pela agricultura familiar e de complementação financeira do Bolsa Família.

Durante o evento, foi assinado um acordo de cooperação técnica entre o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS) e a Associação Brasileira dos Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). O objetivo é que as concessionárias apoiem o Brasil Sem Miséria na divulgação de informações e na localização de famílias de baixa renda que ainda não acessam os benefícios para que elas possam ser incluídas no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal.

O governo firma, além disso, parceria com as representações da Associação Brasileira dos Supermercados (Abras) dos quatro estados para compra de produtos de agricultores familiares. Atualmente, essas compras são feitas pelo MDS e pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), e os produtos são distribuídos a creches, escolas e entidades sócio assistenciais. A iniciativa privada também vai comprar artesanato, principalmente de associações de mulheres.

No Sudeste, o plano federal prevê ainda mais investimentos em Educação, ações de expansão da rede de ensino técnico, a instalação de 286 unidades básicas de Saúde e o aumento do número de Centros Especializados de Referência da Assistência Social (Creas), com a criação de 86 novas unidades. Na área de acesso aos serviços públicos, a meta do Brasil Sem Miséria é levar energia elétrica a mais de 11 mil famílias da região. (Fonte: http://www.planalto.gov.br)

Stênio, o fenômeno musical de Imperatriz e da região tocantina

Coluna do Lima Rodrigues – jornal O Progresso, Imperatriz (MA)
Projeto Homenagem – Série: cantores
Stênio, o fenômeno musical de Imperatriz

Em 19 de abril de 1941 em Cachoeiro de Itapemirim (ES), nasceu o “Rei” da música brasileira, o cantor Roberto Carlos. Em 19 de abril de 1980, em Caxias (MA), nasceu Stênio Alessandro Teixeira Colasso, ou simplesmente Stênio, o arrasta multidão. A exemplo de Roberto Carlos, o menino maranhense também veio ao mundo para alegrar e encantar multidões. O pai dele, Clodomir Silva Colasso era gerente do Armazém Paraíba em Caxias e mãe, Deusalina Nascimento, dona de casa. (Os pais são falecidos). Ele tem mais dois irmãos: Sérgio, que atua na área de vendas em Imperatriz, e Sheila, professora, que mora em Caxias. Católico, ele é casado com Silvana e é pai da Emanuela.

Infância

Stênio chegou a Imperatriz com dois anos de idade. “Baguncei muito quando era criança e adolescente no bom sentido da palavra”, diz ele. O jovem talento musical  concluiu o ensino médio. Estudou no Ginásio Polivalente e no Colégio Dorgival Pinheiro de Souza.

Música
“Acho que nasci com a música na veia. Meu pai, além de gerente do Paraíba, era um comunicador. Ele fazia um programa de rádio e minha mãe também fez programa de rádio. Os dois eram apaixonados por música”.

Voz

“Comecei a cantar ainda criança.  Quando comecei a cantar profissionalmente nos botecos de Imperatriz eu estava no último ano do ensino médio. Nunca trabalhei em outra coisa. Sempre me dediquei a música”.

Arrocha
“ O Arrocha veio da Bahia. É uma variação da seresta. É um ritmo mais avexado, com uma guitarra mais arrojada e saliente, com um suing legal. É um ritmo mais caliente, com uma batida e uma percussão mais acelerada. Eu cantava seresta e até hoje canto. O mercado musical vai crescendo e vão surgindo várias tendências. A música brasileira tem várias ramificações. Tem o forró, o brega, o xote, o axé, e agora o arrocha”.

Mau começo
O flamenguista Stênio, que hoje ganha bem e vive bem, passou também por momentos de dificuldades e de vacas magras. Brincando ele disse, que quando começou – ainda adolescente – queria cantar em casa noturna, mas o povo não deixava porque ele cantava ruim demais. “Não arrumava lugar para ganhar nem o do sal”, recorda sorrindo.

Primeiro show
“Eu só tocava teclado praticamente. O meu primeiro show foi numa churrascaria de imperatriz. Fiquei tanto tempo em pé que passei dois dias  doente. No decorrer da profissão, a gente vai se habituando, se acostumando e se entrosando bem com os músicos”.

Bar do Belchior

No Bar do Belchior, na Babaçulândia, na estrada que vai para João Lisboa, ele já canta há mais de 10 anos e sente-se em casa, porque foi lá que praticamente as portas se abriram para o sucesso.

Multidão

Hoje  Stênio não consegue cantar em casas pequenas, “sem querer menosprezá-las”, como ele destacou,  por causa do  grande público que vai assistir seu show. “A gente não quer cantar em alguma casa pequena em que a aglomeração de pessoas possa trazer algum problema, devido ao excesso de gente”, ressaltou o cantor que arrasta multidão.

Povão e Elite
“Em canto em todos os lugares; desde os locais frequentados pela alta sociedade ou até aqueles frequentados por gente simples. Mas o meu principal alvo é o povão. E quando o povão demonstra que está gostando, aí a coisa chega na alta sociedade, digamos na elite”.

Avançando fronteiras
Stênio hoje é a maior estrela musical da região tocantina, do norte do Tocantins e do sul e sudeste do Pará, incluindo inclusive cidades como Marabá e Parauapebas, Araguaína e outras tantas do Maranhão. Agora ele está lindo mais longe. No sábado fez um mega show em Parnaíba (PI).

Dedicação
“Isso tudo é decorrência de um trabalho. De uma dedicação. Por trás disso há dedicação de todos, de uma equipe e, claro, uma dedicação maior da minha parte. Gosto das coisas corretas”.

Profissionalismo

“O cantor não pode saber só cantar. Ele tem que ter uma visão empreendedora. É uma profissão igual a qualquer outra. Se você não souber administrar, se comportar, você continua no mercado, mas não evolui e não é visto de forma gloriosa. Não sente a aceitação de um público de massa. Se não tiver dedicação, não vai pra frente. E um detalhe:  tudo que eu faço é com muito amor e carinho”.

Tristeza, que nada

Stênio é extrovertido, alegre e gosta de brincar com as fãs que sempre o cercam após cada show.  Na vida ele não tristeza. “Quando a tristeza chega, ela fica pouco tempo. Trabalho com música. Só tenho alegria.  Para quem trabalha com música é mais fácil se recuperar de qualquer tristeza. Nós, artistas, mexemos com os sentimentos das pessoas. A gente fica 24 horas falando de amor e paixão e dos momentos bons que aconteceram na vida de um e de outro. Então, sou um pouco vacinado contra o baixo astral. Tristeza, que nada”, afirmou.

Realização

O jovem cantor sente-se realizado e reconhecido pela cidade de Imperatriz. Agora, vai batalha para romper várias fronteiras. “Graças a esse povo maravilhoso de Imperatriz, que leva meu CD para outros estados e várias cidades, é que estou cada vez mais ultrapassando fronteira”.

Fronteiras

Na sexta-feira ele terminou o show mais de duas da manhã e logo cedo pegou a estrada para percorrer mais de 1.000 km para se apresentar em Parnaíba (PI). Ele já se apresentou em Teresina e em cidades do Pará, Tocantins, Piauí e em São Luís. Cada situação é uma emoção diferente. O tempo para descansar é pouco,  mas vale a pena”.

Agenda

Stênio canta quinta, sexta, sábado e domingo. Segunda, terça e quarta  ele fica com a família descansando ou preparando repertório. Tem noite que faz dois shows. Já fez três numa noite só. Cada show dura em média quase duas horas. “Já cheguei a cantar 22 festas por mês”, revelou.

Romantismo

Quando o repórter pergunta se o romantismo morreu, ele responde com seu jeito maranhense de ser:  “Mas rapaz, o romantismo não morre nem um segundo.  Nenhum momento.  O romantismo está vivo e forte”,  disse ele.

O que o povo gosta

Você canta nos shows músicas de  Waldick Soriano, João Mineiro e Marciano, clássicos do cancioneiro popular, boleros, enfim…você canta de tudo para agradar ao povo?
“É que eu já cantava isso. Esse gênero de seresta. Essas músicas antigas. Isso é o que povo gosta. Antigamente a gente não via essas moças novas e bonitas nas serestas. Iam mais eram casais. Um pessoal de 30 anos acima. Hoje até mocinha de 18 anos vai nos nossos shows, quando poderia está muito bem curtindo um pancadão ou um rapper. Hoje as meninas ensinam a gente dançar, que eu não sei dançar. Eu vejo as meninas dançando no salão e aprendo com elas”.

CDS e DVDs

já gravou quato CDs e dois DVs e prepara agora outro DVD. “Eu não componho, mas tenho uns parceiros aí que passam as composições para mim. Se enquadrando no nosso estilo, a gente grava. Já gravei compositores de Imperatriz e músicas de cantores famosos”, explicou.
O carinho das fãs
“É uma emoção muito grande. A gente se sente feliz e emocionado com todo esse carinho das nossas fãs e dos nossos fãs. A gente vê que o trabalho e a dedicação estão sendo reconhecidos pelo público de todas as idades:  crianças, adolescentes, adultos, idosos, todo esse povão dando esse carinho, a gente se emociona.  E isso nos motiva a procurar cada vez mais e mais a melhorar nosso trabalho e dedicar a esse povão e cantar com muita emoção para o povo brasileiro.

Sucesso

“O sucesso não subiu à minha cabeça. Mas é claro que não tem como ser a mesma pessoa de 15  anos atrás, quando comecei em  se tratando de compromissos, de poder estar em qualquer lugar. O artista deve preservar a imagem. Não desfazendo de locais, mas a gente tem que preservar a imagem. Temos que encarar a profissão com ética e abrir mão de várias coisas para atingir o sucesso. O padre para exercer a profissão ele faz o voto do celibato, ou seja, não tem relação sexual com mulher e fica confinado durante seis anos ou mais se dedicando à igreja, a Deus, para ser padre. Um médico se dedica seis ou sete anos numa universidade, estudando, quebrando a cabeça, abrindo mão de alguma coisa. Poderia estar na balada, mas preferiu estudar, para conquistar seu espaço. Então, a gente tem que abrir mão de algumas e essa luz Deus me deu no início da minha carreira. Se não tivesse aberto mão de algumas coisas, não teria esse respaldo e a aceitação do público; essa força, essa energia e essa vontade cantar para esse povo maravilhoso. E continuo com as mesmas raízes, conheço as mesmas pessoas. Sou o mesmo cara”.
Ação Social

“Sempre que posso protejo os mais fracos e ajudo quem está precisando de ajuda. Sempre que eu posso, eu procuro fazer isso”.
Música

“A música é tudo para mim. É minha vida”.

Imperatriz

“Imperatriz tem um celereiro musical muito grande. E eu fui premiado por estar sendo hoje  um artista referência na cidade. Imperatriz é tudo. É a base. É o alicerce. Se o povo de Imperatriz gosta do meu trabalho e fala bem de mim, fica mais fácil eu conseguir espaço lá fora, porque se o contratante liga para uma rádio ou para qualquer outra pessoa e pergunta a meu respeito ele vai ouvir que sou querido e admirado. Claro que a gente não agrada a todo mundo. Mas a gente agradando 40 % já está bom”.

Divino

“Divino é meu empresário. Está do meu lado lutando. Todos eles da minha equipe tem suas qualidades. Cada um tem sua função. Quando precisa chamar a atenção do cantor, ele chama, assim como eu chamo atenção de qualquer um também quando é necessário. O Divino é um cara honesto, por isso está comigo. A pessoa sendo honesta hoje  é primordial e essencial”.

Brega

“O nome brega tem vários sentidos. Para alguns o brega é isso para outro é aquilo. Alguns falam que o brega é aquela música de cabaré. Outros falam que brega é o Calypso. Eu não entendo  isso como brega. Faço uma sequência de músicas bregas, com muito romantismo”.


Banda

A banda de Stênio é composta dos seguintes músicos: JC – teclado; Wagner, guitarra, ; Sérgio e sax. Tem ainda dois produtores: Rodrigo e Samir. Ainda integra a equipe o  Fernando (apoio) e o empresário  e produtor do cantor, o simpático Divino.

Repercussão
Para o jornalista e ambientalista Domingos Cesar, Stênio é uma novidade na música assim como o grupo Okazajo é para a arte cênica de Imperatriz. Domingos, que acompanhou o show do artista no Bar do Belchior na semana passada, destacou que Stênio explora bem o lado da publicidade sobre seu nome é por isso que tornou-se um dos cantores mas requisitados de Imperatriz e da região. “É um bom cantor e quando sobe ao palco ele se transforma. Esse ritmo que ele abraçou é o ritmo mais gostoso que tem. Lembra o tempo romântico do Iê Iê Iê. E por isso que ele chega a todos os níveis sociais da cidade. Ele faz uma música romântica e o romantismo nunca vai se acabar. Ele toca para o povo dançar coladinho, agarrandinho e isso ele faz muito bem e por isso se tornou dos cantores mais prestigiados do Maranhão e quem sabe em breve do Brasil”, afirmou o jornalista, que sempre está envolvido nos movimentos culturais de Imperatriz.

O show

Geralmente um grupo se apresenta antes da chegada de Stênio. A casa vai lotando e o pessoal dança uma musica romântica de rosto colado ou boa balada sertaneja. De vez em quando o empresário Divino sobe ao palco e anuncia: “Daqui a pouco, Stênio  – o arrasta multidão, estará cantando para todos vocês. Aguardem, Stêniooooooooo”.
Por volta de meia noite e trinta, de calça jeans apertada ao corpo, camiseta preta e camisa manga comprida vermelha, o fenômeno da música romântica imperatrizense ainda encontra-se lá fora. Quando é anunciado, ele entra por um portão lateral utilizando um microfone sem fio e com uma voz potente, faz o público vibrar cantando “Volte Amor”, de autoria de Tayrone Cigano. O cantor sobe ao palco sobe ao palco para delírio das fãs e a felicidade dos casais. Algumas fãs chegam a ficar bem pertinhos do palco, carinhosamente observadas por atento forte segurança.  Em seguida emenda inúmeros sucessos do cancioneiro popular e do sertanejo, como “Do Outro Lado da Cidade”, de Guilherme e Santiago; “Thesca”, de Osvaldo Lemos; Castelo de Sonhos, de Walter Rosso; Telefone Mudo, de Franco e Peão Carreiro; Boate Azul, de Benedito Onofre Siviéro, além de tantos outros belos boleros que o povo todo conhece.
Paula Fernandes, 27 anos, cantarolava algumas músicas perto do palco e disse acompanha o Stênio em quase todas as apresentações dele. “Ele canta bem e é gostoso demais”, disse ela, eufórica, segurando uma dose de whiski  na mão.
A senhora Socorro de Oliveira Nunes, 45, afirmou ser fã de carteirinha de Stênio “Adoro. Ele é do povão”, afirmou.
Quando mais um show termina, antes de se dirigir para o carro, Stênio para na calçada para dar autógrafos e tirar fotos com as fãs. Carismático, o cantor transmite uma simpatia espontânea e verdadeira. Depois, ele conversa reservadamente com o empresário Divino e em seguida vai descansar e se preparar para mais uma jornada musical, para alegria de milhares de fãs. Na agenda, toda quinta-feira, na Fly Back, em Imperatriz, a “Noite do Arrocha”, com Stênio e convidados.
Por tudo isso, Stênio é o nosso homenageado de hoje do Projeto Homenagem – série Cantores.
Serviço:
Cantor Stênio e banda
Telefones para contato: (99) 9124-2306/8115-8853
Um abraço a todos e até a próxima semana.

Projetos do Ministério da Defesa ganharão velocidade e solidez, pontua presidenta

Presidenta Dilma participa da solenidade de posse do ministro da Defesa, Celso Amorim.

Foto: Roberto Stuckert Filho/PR

“Foi com cuidado e devida reflexão que eu convidei o embaixador Celso Amorim para o cargo de ministro da Defesa”. A afirmação é da presidenta Dilma Rousseff, que na tarde desta segunda-feira(8/8) participou da cerimônia de posse do novo ministro da Defesa, Celso Amorim.

A presidenta afirmou ter a convicção de que Amorim é o homem certo para o lugar certo. Ela disse, ainda, ter “certeza absoluta” de que com ele à frente do Ministério da Defesa os projetos terão continuidade e “ganharão maior velocidade e solidez”.

“Mudanças importantes sempre provocam tensão, mas elas requerem cuidado, cobram sensatez e exigem escolhas bem refletidas. (…) Muitos projetos estratégicos estão em andamento no Ministério da Defesa, que não podem sofrer rupturas, atraso ou adiamentos. Escolhi Amorim porque tenho certeza absoluta de que, com ele, os projetos terão continuidade e ganharão maior velocidade e solidez. É um homem de Estado, funcionário de carreira dedicado ao Brasil”, disse Dilma Rousseff.

Presidenta Dilma Rousseff indica nomes para a diretoria do DNIT

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República divulgou nesta quinta-feira (4/8) as indicações da presidenta Dilma Rousseff para a diretoria do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes). Os nomes foram  publicados na edição desta sexta-feira (5/8) do Diário Oficial da União e enviados ao Senado Federal.
Veja abaixo os indicados e os respectivos cargos:

Diretor-geral – Jorge Ernesto Pinto Fraxe

Diretor-Executivo – Tarcísio Gomes de Freitas

Diretor (Infraestrutura Ferroviária) – Mário Dirani

Diretor (Infraestrutura Rodoviária) – Roger da Silva Pêgas

Diretor (Administração e Finanças) – Paulo de Tarso Cancela Campolina de Oliveira

Diretor (Planejamento e Pesquisa) – José Florentino Caixeta

Diretor (Infraestrutura Aquaviária) – Adão Magnus Marcondes Proença