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Cultura e religiosidade marcam a festa de abertura do Afro XXI

Afro XXI

Uma grande celebração à igualdade marcará a abertura oficial do Encontro Ibero-americano do Ano Internacional dos Afrodescendentes (Afro XXI), na próxima quinta-feira (17), às 9h30, no Centro de Convenções da Bahia, em Salvador. O governador do estado, Jaques Wagner, estará ao lado de Enrique Iglesias, que comanda a Secretaria Geral Ibero-americana, entidade parceira do governo brasileiro na organização do evento. Ainda comporão a mesa a ministra de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, e a embaixadora Vera Machado, subsecretária de Assuntos Políticos do Itamaraty, além de um representante da sociedade civil a ser definido pelas entidades reunidas durante esta quarta-feira (16). A solenidade será aberta a toda a população, inclusive para aqueles que não conseguiram se inscrever para as mesas que compõem a programação.

Às 9h30, a líder religiosa Makota Valdina fará a saudação religiosa com os três tambores sagrados rum, pi e lês, para abrir os caminhos para o encontro. Em seguida, Will Carvalho vai cantar o Hino Nacional e o Hino ao Dois de Julho. A solenidade prossegue com as falas das autoridades e será encerrada com a apresentação de Lazzo, que cantará Oração pela Libertação da África do Sul, canção de Gilberto Gil símbolo d luta contra o racismo. Após a solenidade, a mesa será desfeita e terão início as falas dos três principais organizadores do encontro, Juca Ferreira, embaixador da Secretaria Geral Ibero-americana (Segib) para o Ano dos Afrodescendentes, Navy Pilay, alta comissária dos direitos humanos da ONU, e por fim a ministra Luiza Bairros.

Antes mesmo da abertura oficial, os debates em torno das formas de combate ao racismo e para a implantação de ações efetivas de reparação para as populações afrodescendentes no Brasil e em países latino-americanos e africanos terão espaço com o fórum de entidades da sociedade civil, que acontece durante toda a quarta-feira (16), no mesmo local. Desse primeiro dia, sairá a Carta de Salvador, documento contendo propostas das entidades para os governos. Dias 17 e 18, acontecem mesas temáticas, reunindo especialistas, pesquisadores e gestores públicos. O resultado desses três dias de debates será apresentado aos chefes de Estado, que se reunirão no sábado (19), no Palácio da Aclamação, para a elaboração da Declaração de Salvador, documento final do evento com diretrizes para políticas públicas das nações envolvidas.

Mais informações e marcação de entrevistas

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Kau Rocha: 71 8787 4401

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Sociedade civil se reúne para propor ações de combate àintolerância racial

A abertura do encontro da sociedade civil dentro do Afro XXI foi marcada pela afirmação da autonomia dos movimentos sociais e da sociedade civil em relação aos governos. A perspectiva desse encontro entre representantes da sociedade civil ibero-americano, caribenha e africana é constituir propostas que contribuam com a Declaração de Salvador, documento que sairá do encontro de chefes de Estado no último dia do Afro XXI.

À mesa de abertura do encontro sentaram-se, lado a lado, representantes dos movimentos sociais e de governos. O primeiro a saudar o encontro foi Gilberto Leal, militante do Movimento Negro Unificado, que destacou a necessidade da união e da competência na articulação política da sociedade civil para ter força para interferir e enfrentar blocos políticos muito bem articulados na região.

Juca Ferreira, representante do Brasil na Secretaria Geral Ibero-Americana, fez um prognóstico nada animador da possibilidade de recrudescimento do racismo com as crises atuais que afetam o centro do capitalismo global. Por outro lado afirmou a maturidade do movimento social de luta por igualdade. “Esse momento não é apenas de celebração. O objetivo é interferir no processo democrático e de desenvolvimento econômico”, disse Ferreira.

O panamenho Humberto Brown, representante do movimento Diáspora Latina, lembrou a necessidade de buscar a inteligência ancestral para encontrar saídas e dar respostas adequadas à conjuntura global na luta contra o racismo. “Será um dia desafiante, pois são muitas questões e pouco tempo para discutir toda a pauta”, refletiu ele.

A representante da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Magali Navys, demonstrou alegria por identificar um crescimento da organização da luta contra o racismo. “Até hoje foi a sociedade civil que empurrou os avanços”, declarou ela. Entretanto, ponderou que as forças contrárias a esses avanços também crescem.

Inclusão – Representando o governo da Bahia, o secretário Elias Sampaio, da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial, apontou que não há possibilidade de avanço do Brasil sem a inclusão dos afrodescendentes. “Eleger governos progressistas é uma condição necessária, mas não suficiente para construirmos a igualdade racial”, afirmou Sampaio.

Para finalizar, a representante da Articulação das Organizações das Mulheres Negras Brasileiras e membro do Conselho Nacional de Promoção da Igualdade, Vera Baroni, chamou a atenção do público para boatos de que a Secretaria das Mulheres e a Seppir estariam em risco de extinção. “Essas instituições cumprem um papel muito importante e precisam ser potencializados e não extintos”, declarou. E finalizou apontando para a grandeza da diversidade presente ao encontro e em especial à presença das mulheres negras.

Assessoria de imprensa do Afro XXI

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Reunião em São Felix do Xingu discutirá a situação dos produtores rurais da região

Por Lma Rodriguês*

(São Felix do Xingu – PA – 16/11/11) Será realizada nesta sexta-feira (18), a partir das 9h, no Parque de Exposições Rosiron Prudente, em São Felix do Xingu, no sudeste paraense, uma reunião que contará com a presença de representantes do Governo do Pará, entre os quais, Sidney Rosa – secretário da Subsecretaria de Estado do Interior e Polícia (SEIP), e  Tereza Lusia Mártires Coelho, secretária do Meio Ambiente; do Ministério Público Federal, da prefeitura municipal de São Felix do Xingu, do Sindicato dos Produtores Rurais e da sociedade civil em geral.

Entre objetivos do encontro estão: endossar o alcance da meta de 80% dos imóveis rurais do município no Cadastro Ambiental Rural (CAR); traçar metas e ações para o município no momento pós-desembargo, e mostrar o trabalho feito no município quanto a união da sociedade civil, ONGs e Prefeitura quanto ao desembargo do mesmo.

Para o presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de São Felix do Xingu, Wilton Filho, o Wiltinho, “os produtores rurais se sentem marginalizados e descontentes quanto a não valorização do seu produto e sentem a necessidade de mudança de conduta, tendo em vista que o município de São Felix do Xingu, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é o maior produtor de rebanho bovino do país, porém os pecuaristas não podem  exportar carne para o exterior”, afirmou.

Wiltinho disse que “os produtores precisam de maiores informações tanto dos orgãos federais como dos estaduais que estão muito distante da realidade do município”.

Expectativa

O dirigente rural está confiante e aguarda com muita expectativa a reunião do dia 18 em São Felix do Xingu. “A expectativa é muito boa e temos certeza que vamos mostrar às autoridades o quanto o município pode ser importante na defesa do meio ambiente e mesmo assim contribuir e muito na geração de divisas na pecuária e também na agricultura do Estado”, destacou Iltinho.

Ao ser perguntado quais as principais reivindicações da classe produtora rural do sudeste do Pará, Wilton Filho afirmou que “os produtores quem um melhor posicionamento do Governo Estadual quanto às políticas públicas nas áreas fundiárias, infraestrutura e assistência ao produtor, tanto técnica quanto de fomento, financiando o aumento de produção de suas propriedades e aumentando, assim, sua renda”, disse ele.

 

*Lima Rodrigues é jornalista, radialista e produtor e apresentador do programa “Conexão Rural”, que estreia em 4 de dezembro das 7h às 8h da manhã na Rede TV – Canal 40 de Parauapebas (PA) e na Rede Record – canal 27, de Curionópolis (PA).

Coluna do Lima Rodrigues, O Progresso – Imperatriz (MA)

“Chega a 265 metros a extensão de galeria do túnel da Nova Mina de Serra Pelada”.
A informação é do Diretor de Produção da Coomigasp, José Raimundo, que divulgou
nesta quarta-feira o relatório das atividades do setor de produção e fiscalização em
pesquisas e implantação do projeto de mineração.

De acordo com o relatório, na área dos 700 hectares foram feitos 44 furos, com
profundidade de 8.501,65 metros, num total de 1.733 caixas. Na área dos 100 hectares,
o total é de 93 furos, com 25.119,73 metros de profundidade e um total de 3.786 caixas.
O total geral das áreas em sondagem chega a 137 furos, com 33.621,38 metros de
profundidade e um total de 5.519 caixas.

“As áreas perfuradas são: Área Industrial, Cabeceira da Grota Rica; Buraco da Viúva,
Aureliano; Baixão do Azougue; Chico Brefado; Malvinas e Pedra Preta”, informou o
diretor José Raimundo.

Segundo ele, o furo mais profundo é SPC 022, COM 454.40 metros na área do Chico
Brefado; o 2º é o SPD 104, com 409.90 metros na área da Cabeçeira Grota Rica, e o
3º é o SPD 005, com 400 metros no Baixão do Azougue. “Temos 10 poços artesianos
concluídos”, destacou o diretor de Produção da Coomigasp, acrescentando que “os
trabalhos estão sendo realizados dentro do prazo previsto e com a fiscalização da
Cooperativa”.

O relatório das atividades de produção e divulgação em pesquisas é assinado pelo
diretor José Raimundo B. Miranda.

Gessé Simão: “O nosso compromisso é fazer o garimpo produzir”

O presidente da Cooperativa de Mineração dos Garimpeiros de Serra Pelada
(Coomigasp), Gessé Simão, fez uma avaliação positiva dos trabalhos desenvolvidos
pela empresa Colossus na Nova Mina de Serra Pelada nesse primeiro semestre de 2011.
Segundo ele, o projeto está indo muito bem e a perfuração do túnel principal da galeria
já atingiu a marca de 265 metros esta semana.

“Estamos trabalhando firme. A Colossus continua com o firme propósito de até ao
final do ano iniciar a produção mineral. Este é o compromisso que ela tem conosco.
Embora o contrato prevê que esta produção mineral tenha inicio em março de 2012.
Acredito que até dezembro as primeiras barras de ouro serão entregues. E Isso é o que
o garimpeiro espera. O compromisso da nossa gestão é fazer o garimpo produzir. As
coisas estão indo muito bem”, afirmou.

Aposentadoria dos garimpeiros

Simão informou que conversou recentemente com representantes de algumas
cooperativas sobre o compromisso do projeto de aposentadoria para o garimpeiro e
surgiu a ideia de criação de um Fundo Mineral. “Eu já entrei em contato com a Vale,
com a Vertical e com a Colossus e elas estão achando maravilhosa esta proposta. O
que falta neste momento é a gente conversar com a Agasp-Brasil, que não sei qual o
pensamento dessa entidade, para mostrar que este é o caminho para a aposentadoria e
que é o principal assunto a ser discutido. Devemos apresentar a seguinte proposta para
a CEFEM (Compensação Financeira por Exploração Mineral) para que ela possa ter
subsídio para definir a questão: 1% para os municípios; 1% para o estado da mineração;

1% para a Nação e 1% para os garimpeiros da área da mineração. E assim a coisa vai
funcionar”, frisou.

Para o presidente da Coomigasp, já existe um compromisso no Senado de aprovar o
projeto de aposentadoria do garimpeiro, que no momento encontra-se em tramitação na
Câmara dos Deputados. De acordo com ele, o Fundo é importante para poder mostrar ao
governo a fonte de receita da aposentadoria do garimpeiro. “A ideia é que o governo
não venha reclamar que não tem condição de bancar a aposentadoria e vete o projeto”,
destacou Gessé.

Seminário sobre Ações

Ao reforçar que nunca dá uma informação duvidosa para o garimpeiro, Gessé Simão
citou como exemplo a questão das ações em discussão entre a categoria. Ele disse
que, por se tratar de assunto muito complexo e bastante técnico, pretende realizar um
encontro, possivelmente em julho – em local a ser definido – para discutir o assunto
com alguns técnicos dos ministérios do Trabalho e da Previdência Social; e com a
participação de dois funcionários da Bolsa de Valores.

Segundo Gessé, vão participar do seminário todos os delegados regionais, diretores
e funcionários e consultores. “Após o encontro, todos vão estar habilitados para
falar sobre o assunto envolvendo ações”, argumentou o presidente da Coomigasp,
ressaltando que posteriormente haverá um encontro com os delegados regionais e
diretores. “Depois disso, vamos realizar uma assembleia com todos os garimpeiros
para tratar do assunto. O tema é muito delicado. Temos que estar preparados. Tenho
compromisso com a sociedade garimpeira e eles me conhecem e sabem como eu sou.
Meu compromisso é ver o garimpo em pleno funcionamento”, disse ele.

Penhora

Sobre a decisão do juiz federal do trabalho de Parauapebas, que responde hoje pela
comarca de Marabá, Dr. Jônatas Andrade, que determinou a penhora da concessão
de lavra da Nova Mina de Serra Pelada, para garantir o pagamento de dívidas
trabalhistas avaliadas em mais de R$ 17 milhões, Gessé reconheceu que o momento
é difícil, mas destacou que a assessoria jurídica da Cooperativa está tomando as
providências necessárias e já recorreu ao Tribunal Regional do Trabalho, com sede em
Belém. “Fizemos uma proposta para a Justiça Trabalhista, dando uma garantia de que
realmente vamos pagar a dívida trabalhista. Com essa garantia queremos fazer com
que a justiça entenda de vez que nós não estamos nos negando a pagar a dívida, que é
de direito. Na verdade, entendo que aquilo que foi determinado para a penhora foi com
base em ações consideradas fraudulentas, mas se a justiça determinou e reconheceu
como débito, nós vamos conversar com eles através de nossos advogados, questionar os
valores, e pagar as dívidas”, afirmou.

Para Gessé Simão, ao recorrer ao TRT do Pará a Coomigasp quer que a Justiça
reconheça que houve excesso por parte do juiz. “A nossa concessão de lavra custa R$
3 bilhões e o juiz determinou a penhora por causa de um valor de pouco mais de R$
17 milhões, que nós entendemos que não são nem R$ 17 milhões”, explicou. Segundo
ele, houve um acordo com a justiça do trabalho e a cooperativa estava pagando todos
os débitos das dívidas que foram reconhecidas. “A penhora é resultado de ações de
pessoas que recorreram à Justiça depois do acordo que firmamos e que suas dívidas
não foram reconhecidas e os valores são exorbitantes”, destacou.

AIMP

A Associação Imperatrizense de Imprensa (AIMP) vai comemorar o Dia da Imprensa, nesta
quarta-feira, 1º de junho, com debate à noite na Academia Imperatrizense de Letras.
Participarão do evento, além de jornalistas e radialistas, promotores, defensores públicos,
advogados e coordenadora do curso de Jornalismo da UFMA. “Trataremos do assunto do
momento na mídia: as questões ligadas à preservação da cena de crime e as limitações para
captação de imagens por repórteres de programas policiais ou que cobrem Polícia. Como
presidente da AIMP, participei de encontros de até 4 horas de duração com Ministério Público,
Defensoria Pública, delegado da Delegacia Regional, comandante da PM, técnicos do Instituto
Médico Legal e Instituto de Criminalística e Imprensa. Após o debate será servido um coquetel”,
informou à coluna o presidente da AIMP, jornalista e vereador Edmilson Sanches.
Segundo ele, as comemorações pelo Dia da Imprensa continuarão por todo o mês de
junho, com apresentação semanal de filme onde a Imprensa é destaque. Nas sessões serão
realizados sorteios de prêmios (livros e DVDs)”.

Sanches informou ainda que em reunião conjunta AIMP/AIRT/SINDIJORI, na sexta-feira, 27, “já
se acenou para a realização de evento festivo e cultural para novembro”. Ontem, houve nova
reunião, na Academia, para acompanhamento das ações para quarta-feira, dia 1º.

Tive a honra de participar em 7 de abril da reunião de criação oficial da Associação
Imperatrizense de Imprensa e fazer parte do Conselho de Ética da primeira diretoria da
entidade.

Jornalistas e radialistas imperatrizenses comemoram a criação e posse da diretoria da Associação Imperatrizense de Imprensa em 7 de abril de 2011

BRASÍLIA SERÁ CAPITAL DO MOTOCICLISMO POR CINCO DIAS

Motociclistas de todos os cantos do Brasil vão “invadir” Brasília de 27 a 31 de julho.
O motivo é a realização da 8ª edição do Brasília Motocapital, encontro já tradicional do
variado grupo de apaixonados pelas duas rodas e da filosofia relacionada a ele. Pelo
terceiro ano consecutivo, o local do evento será no Parque de Exposições da Granja do

Torto, onde a expectativa será a de encontrar milhares de motos de todas as cilindradas,
esportivas, customs, personalizadas, lançamentos, além dos principais motoclubes do
país e da America Latina, Espaço para exposição e venda de capacetes, jaquetas de
couro, acessórios e sempre ao som do mais que adequado bom e velho rock’n roll.

O Brasília MotoCapital celebra o Dia Nacional do Motociclista – 27 de julho – e
acontece desde 2004. Já na sua primeira edição, o número de motociclistas superou os
30 mil. Nos encontros seguintes, a repercussão cresceu e ano passado reuniu mais de
150 mil motociclistas, tornando-se o maior encontro motociclístico do Brasil. Para esse
ano, são esperados cerca de 250 mil.

Quem pensa que isso significa muita confusão e barulho se engana. A filosofia da vida
sob um motor e duas rodas diz respeito à tranquilidade e liberdade, e os motociclistas
apóiam a campanha chamada “Zoeira Tô Fora”, aquela barulheira de pneus fritando,
estouro de giros e exibicionismo inconsequente de empinadas. Quem gosta dessas
coisas deve ficar bem longe da Granja, onde o atrativo é o motociclismo saudável, com
a família e filhos sempre bem vindos.

Mesmo quem não possui uma moto na garagem pode ir tranquilo. Basta apenas lembrar
que o trânsito de carros no local será restrito, afinal, o evento todo gira em torno das
motocicletas independentes de serem customs, esportivas ou demais modelos.

Atrações

O encontro acontece durante cinco dias. Durante esse tempo, estão programadas
várias atrações como shows de rock, Globo da Morte, Luta Livre Telecatch, Rally de
Regularidade, cursos, passeios turísticos e muito mais. A parte musical inclui grandes
nomes representados através de covers das melhores bandas, como The Beatles,
Creedence Clearwater Revival, The Doors, Jimi Hendrix e Janis Joplin. E ainda, shows
das bandas Blitz, Fevers, Caça Níquel, Ligação Direta e o lançamentos do CD de Celso
Blues Boy e CD Duplo, DVD e Blue Ray de Marcelo Nova.

No local, também há espaço para camping e exposição de motoclubes que, a quatro
meses do evento, já está lotado. Isso significa muita confraternização para os
participantes e visitantes. (Informação enviada por email pela assessoria de imprensa do
evento).

VIII BRASÍLIA MOTO CAPITAL
Shows | Exposições | Telecatch | Globo da Morte |Cursos etc
27 a 31/07 de 2011
Parque de Exposições Granja do Torto
Para Motociclistas a entrada é FRANCA
Para Acompanhantes | Garupa R$ 5
Entrada Pedestre R$ 10

Realização: Impacto Organização de Eventos

Um abraço a todos e até a próxima semana.